domingo, 25 de agosto de 2013

AVENTAL ORGANIZADOR - REUTILIZAÇÃO DE JEANS

Olha como ficou meu avental organizador!
Se me encontrarem na rua e perceberem que falta bolso na minha calça, já sabem onde foi parar! Rsrs
 
Andréa Cavalcante

TAPETE SENSORIAL

     


O tapete tem como objetivo explorar sensações a partir da experimentação com as diferentes texturas e características próprias de cada material utilizado.

Materiais utilizados na confecção do tapete:

  • BORBOLETA E JOANINHA - retalhos de feltro;
  • CARACOL - CD e E.V.A;
  • FLORES E CENTOPÉIA - espaguete de natação;
  • SOL - barbante de algodão.
Andréa Cavalcante

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Ideias de juntar e acrescentar - Os números nas quantias em reais

Olá pessoal!
  1. Confeccione dinheiro de brincadeira com os alunos.
  2. Explore inicialmente situações de identificação das quantias pelo número e pela cor da cédula.
  3. Pergunte aos alunos: "Qual o valor da nota verde?"; "Qual o valor da nota de 2 reais?"; "E da nota de 5 reais?"; "Onde aparece o número que identifica o valor da nota?".
 
 
4. Explore situações que envolvam trocas, propondo, por exemplo, questões como:
  • Quantas notas de 2 reais eu preciso ter para trocar por uma de 10 reais? 
  • Quantas notas de 5 reais eu preciso ter para trocar por uma de 10 reais?
5. Incentive os alunos a conversar sobre como encontrar a quantia total nos itens abaixo, por exemplo.
O aluno poderá encontrar a quantia total utilizando apenas a contagem.
É provável, também, que alguns alunos já dominem estratégias próprias de cálculo mental para adição. A troca de experiências entres os alunos nessa situação é muito rica.
 
 
6. Você também pode criar outras situações-problema envolvendo o uso das notas confeccionadas.
Por exemplo: com um folheto de ofertas de supermercado, pergunte aos alunos: "Com que nota eu posso pagar este pacote de bolachas? Vai sobrar trocos?"
 
 
Preparei essas estratégias acima para minha turma do Infantil V. Levei a notas dentro de um cofre para despertar curiosidades e perguntei se eles sabiam o que tinha dentro dele. 
Olha as crianças explorando as notas!
 
Espero que tenham gostado!!!





 
Andréa Cavalcante

 

domingo, 18 de agosto de 2013

Ana Teberosky: ''Debater e opinar estimulam a leitura e a escrita''

Ana Teberosky: ''Debater e opinar estimulam a leitura e a escrita''

Para a educadora argentina, nas sociedades em que se valoriza a interação entre as pessoas e a cultura escrita, o processo de alfabetização é mais eficiente

Ana Teberosky é uma das pesquisadoras mais respeitadas quando o tema é alfabetização. A Psicogênese da Língua Escrita, estudo desenvolvido por ela e por Emilia Ferreiro no final dos anos 1970, trouxe novos elementos para esclarecer o processo vivido pelo aluno que está aprendendo a ler e a escrever. A pesquisa tirou a alfabetização do âmbito exclusivo da pedagogia e a levou para a psicologia. "Mostramos que a aquisição das habilidades de leitura e escrita depende muito menos dos métodos utilizados do que da relação que a criança tem desde pequena com a cultura escrita", afirma. Para ela, os recursos tecnológicos da informática estão proporcionando novos aprendizados para quem inicia a escolarização, mas as práticas sociais, cada vez mais individualistas, não ajudam a formar uma comunidade alfabetizadora.

Doutora em psicologia e docente do Departamento de Psicologia Evolutiva e da Educação da Universidade de Barcelona, ela também atua no Instituto Municipal de Educação dessa cidade, desenvolvendo trabalhos em escolas públicas. Em setembro, quando esteve no Brasil para participar do Congresso Saber 2005, ela deu a seguinte entrevista à ESCOLA.
De quem é a culpa quando uma criança não é alfabetizada?Ana Teberosky - A responsabilidade é de todo o sistema, não apenas do professor. Quando a escola acredita que a alfabetização se dá em etapas e primeiro ensina as letras e os sons e mais tarde induz à compreensão do texto, faz o processo errado. Se há separação entre ler e dar sentido, fica difícil depois para juntar os dois.

Como deve agir o professor especialista ao deparar com estudantes de 5ª a 8ª série não alfabetizados?
Ana Teberosky
- Todo educador precisa saber os motivos pelos quais a alfabetização não ocorre. Sou contra usar rótulos como alfabetizado e não-alfabetizado, leitor e não-leitor. Quando se trata de conhecimento, não existe o "tudo ou nada". Uma criança que tenha acabado as quatro primeiras séries, apesar de dominar os códigos da língua, pode ter dificuldade em compreender um texto e não estar habituada a estudar. Algumas apresentam resistência a tudo o que se refere à escola por motivos vários. Outras têm mesmo dificuldades e, por não saber superá-las ou não contar com alguém para ajudar, evitam contato com textos. Cada caso exige atenção e tratamento diferentes.

A atitude positiva do professor tem impacto na alfabetização da turma?
Ana Teberosky - Acreditar que o aluno pode aprender é a melhor atitude de um professor para chegar a um resultado positivo em termos de alfabetização. A grande vantagem de trabalhar com os pequenos é ter a evolução natural a seu favor. Se não existe patologia, maus-tratos familiares ou algo parecido, eles são máquinas de aprender: processam rapidamente as informações, têm boa memória, estão sempre dispostos a receber novidades e se empolgam com elas. Um professor que não acha que o estudante seja capaz de aprender é semelhante a um pai que não compra uma bicicleta para o filho porque esse não sabe pedalar. Sem a bicicleta, vai ser mais difícil aprender!

Os defensores do método fônico culpam o construtivismo, base dos Parâmetros Curriculares Nacionais, pelos problemas de alfabetização no Brasil. O que a senhora pensa disso?
Ana Teberosky - Para afirmar se a culpa é ou não de determinada maneira de ensinar, seria necessário ter um estudo aprofundado das práticas pedagógicas dos alfabetizadores em todo o país. Uma coisa é o que eles declaram fazer, outra é o que eles executam de fato. Quem afirma que uma forma de alfabetizar é melhor que a outra está apenas dando sua opinião pessoal já que não existe nenhuma pesquisa nessa linha. A dificuldade em alfabetizar no Brasil é histórica e já existia mesmo quando o método fônico estava na moda.

O bom desempenho de alguns países nas avaliações internacionais pode ser atribuído à utilização do método fônico? Ana Teberosky - Não dá para comparar um país com outro, porque não é somente a maneira de ensinar que muda. Outros fatores aliás, importantíssimos influenciam no processo de aquisição da escrita, como as características de cada idioma. É muito mais fácil alfabetizar em uma língua em que há correspondência entre o sistema gráfico e o sonoro ou naquelas em que as construções sintáticas são simples, por exemplo.

O método fônico e a psicogênese da língua escrita são incompatíveis?
Ana Teberosky - A psicogênese não é método, e sim uma teoria que explica o processo de aprendizagem da língua escrita. Nesse contexto, defendemos a integração de várias práticas pedagógicas. Mas o importante é que se leve em conta, além do código específico da escrita, a cultura e o ambiente letrados em que a criança se encontra antes e durante a alfabetização. Não dá para ela adquirir primeiro o código da língua e depois partir para a compreensão de variados textos. Nós acreditamos que ambos têm de ocorrer ao mesmo tempo, e aí está o diferencial da nossa proposta.

Como o processo de alfabetização deve ser avaliado?
Ana Teberosky - O professor deve se basear no momento inicial de aprendizagem de cada aluno, verificando o que ele conquistou em determinado período. Além do mais, a avaliação passa pela análise do próprio trabalho: o professor tem condições materiais e estruturais para ensinar? Ele criou um ambiente alfabetizador favorável à aprendizagem e necessidades de usar a língua escrita?

O que é um ambiente alfabetizador?
Ana Teberosky - É aquele em que há uma cultura letrada, com livros, textos digitais ou em papel , um mundo de escritos que circulam socialmente. A comunidade que usa a todo momento esses escritos, que faz circular as idéias que eles contêm, é chamada alfabetizadora.

Nós vivemos em uma comunidade alfabetizadora? Ana Teberosky - Cada vez menos a sociedade auxilia a alfabetização por não promover situações públicas em que seja possível a circulação de escritos, debates, discussões e reuniões em que todos sintam necessidade e vontade de usar a palavra. O individualismo vai contra a formação de leitores e escritores. Há uma tese brasileira que mostra como os sindicatos, durante sua história, desenvolveram uma cultura alfabetizadora entre seus membros. Como os líderes tinham de convencer os filiados sobre determinadas teses, buscavam informações para embasar seus argumentos, levantavam questões e respondiam às apresentadas. Os sindicalizados, por seu lado, também precisavam ler documentos, participar de reuniões, colocar suas dúvidas e opiniões para decidir.

Quais atividades o professor alfabetizador deve realizar?
Ana Teberosky - Formar grupos menores para as crianças terem mais oportunidade de falar e ler para elas são estratégias fundamentais! É preciso compartilhar com a turma as características dos personagens, comentar e fazer com que todos falem sobre a história, pedir aos pequenos para recordar o enredo, elaborar questões e deixar que eles exponham as dúvidas. Se nos 200 dias letivos o professor das primeiras séries trabalhar um livro por semana, a classe terá tido contato com 35 ou 40 obras ao final de um ano.

É correto o professor escrever para os alunos quando eles ainda não estão alfabetizados?
Ana Teberosky - Sim. A atuação do escriba é um ponto bastante importante no processo de alfabetização. O estudante que dita para o professor já ouviu ou leu o texto, memorizou as principais informações que ele contém e com isso consegue elaborar uma linha de raciocínio. Ao ver o que disse escrito no quadro-negro, ele diferencia a linguagem escrita da falada, seleciona as melhores palavras e expressões, percebe a organização da escrita em linhas, a separação das palavras, o uso de outros símbolos, como os de pontuação. A criança vê o seu texto se concretizar.

O computador pode ajudar na alfabetização?
Ana Teberosky - O micro permite aprendizados interessantes. No teclado, por exemplo, estão todas as letras e símbolos que a língua oferece. Quando se ensina letra por letra, a criança acha que o alfabeto é infinito, porque aprende uma de cada vez. Com o teclado, ela tem noção de que as letras são poucas e finitas. Nas teclas elas são maiúsculas e, no monitor, minúsculas, o que obriga a realização de uma correspondência. Além disso, quando está no computador o estudante escreve com as duas mãos. Os recursos tecnológicos, no entanto, não substituem o texto manuscrito durante o processo de alfabetização, mas com certeza o complementam. Aqueles que acessam a internet lêem instruções ou notícias, escrevem e-mails e usam os mecanismos de busca. Ainda não sabemos quais serão as conseqüências cognitivas do uso do computador, mas com certeza ele exige muito da escrita e da leitura.

É possível alfabetizar em classes numerosas?
Ana Teberosky - Depende da quantidade de alunos. Em quatro horas de aula por dia com 40 crianças, é muito difícil e eu não saberia como fazer... Seria melhor se cada sala tivesse 20, 25. Em Barcelona, estamos experimentando os agrupamentos flexíveis, que misturam grupos de diferentes níveis, com 12 estudantes e com três ou quatro professores à disposição para orientação. Existem algumas possibilidades desde que haja contribuição da gestão pública.
 
Quer saber mais?
Contatos
Contextos de Alfabetização Inicial, Ana Teberosky e Marta Soler Gallart (orgs.), 175 págs., Ed. Artmed, tel. 0800 703-3444, 34 reais

Psicogênese da Língua Escrita, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, 300 págs., Ed. Artmed, 46 reais

Psicopedagogia da Língua Escrita, Ana Teberosky, 151 págs., Ed. Vozes, tel. (24) 2233-9000, 24,40 reais 
 

sábado, 17 de agosto de 2013

TRAVA - LÍNGUAS, DITADOS E EXPRESSÕES POPULARES E BRINCADEIRAS FOLCLÓRICAS

 
GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

PARLENDAS

Parlendas são formas literárias tradicionais, rimadas com caráter infantil, sempre de ritmo fácil e forma rápida. São recitadas em cinco ou seis sílabas para desenvolver vários aspectos importantes no aprendizado das crianças, de uma maneira muito divertida. Estes textos verbais podem ser usados para fixar ideias como: números, dias da semana, cores e muitos outros.
Aproveite todos os recursos possíveis e tenha uma excelente aula!
 
GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

CANTIGAS DE RODA


 Olha quanta coisa podemos trabalhar através das cantigas de roda!
 
 
GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

LENDAS ATRAVÉS DE POESIAS

Apresente as lendas às crianças através de poesia e depois para observar o entendimento e a compreensão, segue uma sugestão de atividades!
Bom trabalho!!!
 
GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

FALANDO UM POUCO SOBRE O FOLCLORE

 
Todos nós, educadores, professores, pedagogos e profissionais da área de educação sabemos que o Folclore está presente nos programas de aulas desta época do ano, pois no dia 22 de agosto, comemoramos o Dia do Folclore.
Porém, qual a real importância de se trabalhar com o folclore?
Depois mostre às crianças como são formadas as lendas através da brincadeira "telefone sem fio".
 
 
GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
 
 
 
 

BOTO COR-DE-ROSA - MOSAICO

 
PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL

LIVRO DOS CHÁS


 
PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL
 

LENDA DA VITÓRIA RÉGIA

 
PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL

IARA

 
PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL

LIVRINHO DAS PARLENDAS

PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL

FRASES DE CAMINHÃO

 
PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL

MITOS E LENDAS

 
 
PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL


VAMOS FALAR UM POUCO SOBRE O FOLCLORE?

 
PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL


BOITATÁ COM CASCA DE LARANJA

Achei o máximo esse Boitatá feito com casca de laranja!

PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL

BOI BUMBÁ FEITO COM CAIXA DE LEITE


PROJETOS ESCOLARES - EDUCAÇÃO INFANTIL

Quebra-cabeça de palitos de picolé - Personagens folclóricos

Quebra-cabeça de palitos de picolé

Material:
  • palitos de picolé e gravuras com personagens folclóricos.
Como fazer:
  • Unir os palitos na parte de trás utilizando durex ou fita crepe para poder colar a gravura.
  • Depois com um estilete cortar as partes da gravura com cuidado.
  • Colocar as peças em envelopes.
  • O aluno recebe e procura montar o quebra-cabeça.
  • Incentivá-los a escrever o nome do personagem do seu quebra-cabeça.
 
Olha os que eu fiz para minha turma:
 
 
LOBISOMEM
 


 
SACI PERERÊ


 
CUCA



DIAGRAMA DO ESPELHO

DIAGRAMA DO ESPELHO

MATERIAIS: cola branca; espelho; ilustrações dos diagramas completo e em branco e das letras;  tesoura com ponta arredondada.
 
COLOCANDO EM PRÁTICA
1. Multiplique os diagramas e as letras das palavras de forma que cada dupla de alunos receba um "kit" completo. Entregue as cópias. Oriente-os a segurar o diagrama completo de frente para o espelho e visualizar as escritas.
2. Depois, conforme o que foi observado, peça que completem o outro diagrama, colocando as letras e formando as palavras de acordo com as figuras correspondentes.


 
 
Fonte: Projetos Escolares - Educação Infantil
 
 

 

TAPETE DAS FAMÍLIAS SILÁBICAS

Olá pessoal!!!
Achei o máximo a ideia do Tapete das famílias silábicas que vi na revista  Guia Prático de Educação Infantil. Resolvi fazer para trabalhar com minha turma.
Logo em seguida vocês poderão conferir o texto retirado da revista com os benefícios e como confeccionar um também... Espero que gostem!!!
 

 
Como ensinar as sílabas e a formação de palavras de forma lúdica
 
     Segundo a professora de Educação Infantil Nivian de Almeida Alves, do Colégio Scaranne/SP, quando a criança é estimulada, a aceitação do novo se torna simples e aprender a ler e a escrever pequenas palavras, nessa faixa etária, que é um grande desafio, fica mais fácil. “Conforme a criança vai evoluindo de um estágio a outro, é importante que ela conheça a grafia correta de algumas palavras. Por isso elaborei uma atividade para ajudar nesse processo de alfabetização”, diz ela. Para obter um bom resultado, as atividades propostas por Nivian devem ser trabalhadas de forma contínua.    
     Por meio da sondagem, a professora notou que as “dúvidas” quanto à escrita das palavras foram reduzindo e o aprendizado ficou mais estável.
Sendo assim, a criança aprende a ortografia de forma lúdica e vai consolidando a estabilidade motora do processo, concentrando-se na sílaba por escrever.
 
Veja, então, como colocar esses conceitos em prática:
Materiais utilizados:
TNT colorido (45 cm x 80 cm)
Diversos E.V.As. coloridos recortados em formato de um “bolso”
Alfabeto móvel
Família silábica móvel
Cola quente
Como fazer:
1. Cole os “bolsos” de E.V.A. no TNT.
2. Aplique as letras móveis do alfabeto em cada “bolso”.
3. Posteriormente, abasteça cada “bolso” com sua família silábica correspondente.
Procedimento:
Forme dupla ou grupo de três alunos e distribua os tapetes.
Apresente uma figura e peça para que o aluno diga o nome dela. Por meio do tapete, o aluno irá encontrar as sílabas correspondentes para a escrita dessa figura.
Ex.: PATA
PA encontrada no bolso da família silábica P.
TA encontrada no bolso da família silábica T.
Evolução
Conforme as crianças vão
evoluindo, além do ditado, trabalhe outras formas de ler e escrever como:
• Um aluno monta uma palavra e o amigo do lado lê a palavra formada;
• Um aluno faz o ditado e o seu companheiro monta as palavras, e assim por diante.
Papel do professor
O professor fica responsável
para o ditado (imagens/ figuras ou oral). É importante que nessa hora ele seja um  orientador no processo da formação da escrita e leitura.

http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/121/artigo290504-2.asp

O RATINHO E A LUA
















Andréa Cavalcante