domingo, 22 de julho de 2012

LEMBRANCINHAS PARA O DIA DOS PAIS

Olá pessoal!
Olha só que interessante essas lembrancinhas para o Dia dos pais!

KIT DE BARBEAR PARA O PAPAI
 

PRESENTE COM MEIA
 


CARTA PARA O PAPAI

 PAI TE AMO UM TANTO ASSIM...

QUAL É O JEITÃO DO SEU PAI?

BILHETINHOS PARA A SEMANA


 DIPLOMA PARA O PAPAI
Fonte: PRA GENTE MÍUDA

LEMBRANCINHA /CARTÃO PARA VOLTA ÀS AULAS

Olá pessoal!
Se preparando para volta às aulas?
Olha que idéia legal que encontrei no PRA GENTE MIÚDA
Lembrancinhas/cartões para volta as aulas!


Tem pra meninos e meninas, você amplia, salva e imprime. Depois é só colar o chocolate bis no lugar que deixei em branco e levar pra garotada!!! Acima está o modelo de como vai ficar depois de pronto.(PRA GENTE MIÚDA)

Tenha um dia feliz!
Andréa Cavalcante

terça-feira, 3 de julho de 2012

EGOCENTRISMO

Egocentrismo infantil
É importante reconhecer a sua presença nos primeiros anos de vida de uma criança e saber lidar com ele

"Toda criança é egocêntrica". Para a psicóloga Luciana Mathias, de São Paulo, isso é um fato. Segundo ela, a criança apresenta comportamentos egocêntricos até, aproximadamente, oito anos de idade. Mas, como as crianças têm ingressado mais cedo na escola, está ocorrendo uma diminuição desse estágio para cerca de cinco anos. "A escola tem papel socializador, ajudando o aluno a fazer essa mudança sadia", explica Luciana. A criança egocêntrica não consegue perceber o outro. Também não mostra empatia em se colocar no lugar de outras pessoas. Não gosta de compartilhar atenção ou pertences e precisa ter sempre suas vontades satisfeitas. Não vê necessiades de explicar aquilo que diz ou que faz, porque acredita que sempre é compreendida.


Como lida com as frustrações

"A criança egocêntrica tem dificuldade para lidar com as frustrações porque não percebe nada além do desejo e do sentimento dela", diz Luciana Mathias. Por essa razão, ela se indigna com reações que vêm de fora, podendo se defender agressivamente. Embora sua família seja a primeira e mais duradoura referência, a escola também precisa ter jogo de cintura e saber posicionar nessa fase. O primeiro passo é admitir o egocentrismo e conhecer os sintomas que podem ser manifestados a partir de um trato inapropriado da questão. A psicóloga cita:
A birra: é praticamente reflexo do egocentrismo. "É um sintoma nato, porque mostra como a criança quer chamar a atenção de pais ou educadores para ela", justifica Luciana.
A agressividade: é comum a criança apelar para mordidas nessa fase do seu desenvolvimento, o que para a psicóloga, também é sintoma de egocentrismo pouco trabalhado. " A fase oral denuncia o egocentrismo, porque é por meio da boca que a criança consegue dar conta do seu desejo e manifestá-lo", relaciona Luciana.
As atitudes melancólicas: é quando a criança tem o hábito de vitimizar-se. Ela tenta conseguir o que quer mostrando sofrimento e tristeza.
Tais sintomas podem aparecer no período da elaboração da criança, ou seja, quando ela se dá conta de que vai precisar lidar com vontades e idéias diferentes da dela.


Ações na escola

Pequenas ações programadas pelo corpo docente podem contribuir para que os alunos superem a fase do egocentrismo com tranquilidade:
Y Propor sempre atividades em dupla;

Y  Promover rodízios na sala de aula, para que as crianças sentem-se em lugares diferentes e relacionem-se com novos amigos;
Y  Mostrar-se abertos para conversas francas e mostrar interesse pela vida das crianças (exemplo: "O que vocês fizeram no fim de semana?");
Y  Dialogar diante de um comportamento agressivo, como quando um aluno tira um brinquedo do colega e este responde com mordida ou empurrão. Procurar entender o motivo   de ele ter agido de tal maneira e tentar mostrar como brincar junto pode ser interessante;
Y  Criar combinados junto com as crianças, já que elas podem rejeitar regras pré-estabelecidas;
Y  Ter presença de um psicólogo na escola para orientar pais e professoras, por meio de encontros, conversas e palestras;
Y  Evitar fazer comparações tipo "Joãozinho é mais caprichoso que Pedrinho". Esse tipo de coisa pode criar um ambiente de competição;
Y  Manter um bom relacionamento com as famílias.

Posição dos pais

Algumas crianças são mais egocêntricas, outras menos, da mesma forma como passam por essa fase com dificuldades diferentes. Em alguns casos, sem perceber, os pais acabam fazendo a manutenção do egocentrismo nos filhos. "A mamãe fala 'Vamos tomar banho e depois ir ao shopping'. A criança quer passear antes do banho. E muitas vezes consegue", exemplifica Luciana Mathias.
Quando satisfazem todos os desejos dos filhos, os pais acabam atrapalhando o trabalho das crianças de entender que existem regras e que precisam segui-las.

Alguém novo na família
A chegada de um irmãozinho pode gerar sofrimento para a criança que está trabalhando seu egocentrismo. Uma dica que pode amenizar a angústia é mostrar à criança como ela pode ser importante nesse momento, ajudando a mamãe e o papai a cuidar do bebê, por exemplo. 

FONTE: Guia Prático para professores de Educação Infantil


CHAPEUZINHO VERMELHO E INCRÍVEL LOBO BOM

Olá pessoal!
Estou postando uma nova versão da história Chapeuzinho Vermelho que encontrei na internet. Trabalhei junto com as minhas crianças do Maternal II e foi incrível a aceitação da turma. Como sugere o texto durante uma roda de conversa perguntei quem já ouviu a história da Chapeuzinho Vermelho cada criança teve a oportunidade de contar um pouco do que conhece. Essa nova versão da história trabalha ainda a importância de uma alimentação sadia, diversificada e equilibrada.







domingo, 17 de junho de 2012

DISLALIA

Dislalia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
A dislalia (do grego dys + lexia) é um distúrbio da fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Basicamente consiste na má pronúncia das palavras, seja omitindo ou acrescentando fonemas, trocando um fonema por outro ou ainda distorcendo-os ordenadamente.
A falha na emissão das palavras pode ainda ocorrer em fonemas ou sílabas. Assim sendo, os sintomas da Dislalia consistem em omissão, substituição ou deformação dos fonemas.
De modo geral, a palavra do dislálico é fluida, embora possa ser até ininteligível, podendo o desenvolvimento da linguagem ser normal ou levemente retardado. Não se observam transtornos no movimento dos músculos que intervêm na articulação e emissão da palavra.
Em muitos casos, a pronúncia das vogais e dos ditongos costuma ser correta, bem como a habilidade para imitar sons. Diante do paciente dislálico costuma-se fazer uma pesquisa das condições físicas dos órgãos necessários à emissão das palavras, verifica-se a mobilidade destes órgãos, ou seja, do palato, lábios e língua, assim como a audição, tanto sua quantidade como sua qualidade auditiva.
As Dislalias constituem um grupo numeroso de perturbações orgânicas ou funcionais da palavra. No primeiro caso, resultam da malformações ou de alterações de inervação da língua, da abóbada palatina e de qualquer outro órgão da fonação. Encontram-se em casos de malformações congênitas, tais como o lábio leporino ou como conseqüência de traumatismos dos órgãos fonadores. Por outro lado, certas Dislalias são devidas a enfermidades do sistema nervoso central.
Quando não se encontra nenhuma alteração fisica a que possa ser atribuído a Dislalia, esta é chamada de Dislalia Funcional. Nesses casos, pensa-se em hereditariedade, imitação ou alterações emocionais e, entre essas, nas crianças é comum a Dislalia típica dos hipercinéticos ou hiperativos. Também nos deficientes mentais se observa uma Dislalia, às vezes grave ao ponto da linguagem ser acessível apenas ao grupo familiar.
Até os quatro anos, os erros na linguagem são normais, mas depois dessa fase a criança pode ter problemas se continuar falando errado. A Dislalia, troca de fonemas (sons das letras), pode afetar também a escrita. Um caso clássico característico portador de dislalia são os personagens Cebolinha da Turma da Mônica o Hortelino Troca-Letras ("Elmer Fudd") do Looney Tunes, e Ming-Ming, do Super Fofos que sempre trocam o "R" (inicial e intervocálico) por "L", no caso de Hortelino, o "R" final também é afetado.
Alguns fonoaudiólogos consideram que a Dislalia não seja um problema de ordem neurológica, mas de ordem funcional. Segundo eles, o som alterado pode se manifestar de diversas formas, havendo distorções, sons muito próximos mas diferentes do real, omissão, ato em que se deixa de pronunciar algum fonema da palavra, transposições na ordem de apresentação dos fonemas (trocar máquina por mánica) e, por fim, acréscimos de sons.
Dificuldade na linguagem oral, que pode interferir no aprendizado da escrita. A criança omite, faz substituições, distorções ou acréscimos de sons. Eis alguns exemplos:
  • Omissão: não pronuncia sons - "omei" = "tomei";
  • Substituição: troca alguns sons por outros - "balata" = "barata";
  • Acréscimo: introduz mais um som - "Atelântico" = "Atlântico".

sábado, 2 de junho de 2012

AMO DECORAR CAIXAS

POTES PARA GUARDAR JOGUINHOS

Olá pessoal!
Olha que simples reaproveitar materiais!
Decorei esses potes de sorvetes para minha filha guardar seu joguinhos. Usei adesivos e retalhos de EVA.
Beijos! Tenha um dia feliz!





Andréa Cavalcante